terça-feira, 6 de dezembro de 2016


Amas-me? 
- Tu sabes que te amo.
- Apascenta as minhas ovelhas
Há na Bíblia uma série de textos que nos levam a refletir sobre a sublime vocação ministerial e a missão de um pastor frente ao rebanho de Deus. Ser pastor é um privilégio indiscutível e que muitos desejam, afirma o apóstolo Paulo: “Se alguém aspira ao episcopado (pastorado), excelente obra deseja”, 1Tm 3: 1. No entanto, a prerrogativa de escolha pertence a Deus, ou seja, é Ele quem separa, chama e capacita pessoas para o ministério pastoral. É mérito divino escolher homens e/ou mulheres para uma obra específica. Ninguém se autoescolhe para o ministério pastoral.  
Pedro é o tipo de pastor que precisou passar pelo crivo da avaliação divina para que, depois de aprovado, pudesse apascentar o rebanho (a igreja) de Jesus. Talvez a pergunta mais difícil que, em toda a sua vida, precisou responder foi a respeito de suas convicções sobre o amor a Jesus: Amas-me? Por três vezes Jesus fez a mesma pergunta e por três vezes Pedro respondeu: “Senhor, tu sabes que te amo”, João 21: 15-17.
Está evidente no diálogo entre Jesus e Pedro, que a base fundamental para pastorear ou apascentar um rebanho é um coração apaixonado por Jesus. Pedro compreendeu isto, depois que provou por três vezes que o seu amor por Jesus não era imaginário e momentâneo, mas legítimo, consciente e pessoal. Aprendeu que o amor a Jesus era o requisito eclesiástico-teológico mais relevante de sua vida ministerial.
Amas-me? Esta é uma pergunta que Jesus faz a todos os cristãos. Devemos estar cônscios de que para servir ao Senhor é necessário, acima de qualquer ato ou bem neste mundo, amá-lo de coração. Em se tratando do pastor, especificamente, que é visto por todos como exemplo do rebanho, amar a Jesus é a maior garantia de que se está preparado para apascentar suas ovelhas - a igreja.
Partindo desse pressuposto, a propósito do dia do pastor, o 2º domingo de junho, gostaria de convidar os amados colegas de ministério e os leitores deste Jornal para analisarmos, de maneira prática, as três perguntas que Jesus fez a Pedro, bem como as três respostas dadas por ele a Jesus. Perceberemos que se trata de perguntas e respostas que caracterizam um teste de aprovação ministerial, que nos leva a refletir sobre o valor e a responsabilidade de apascentamento do rebanho do Senhor.
 
Teste 1: Amas-me?
Na primeira vez em que Jesus indaga a Pedro, v. 15, percebe-se que está em discussão a questão do amor de devoção ou amor sem interesses, ou seja, Jesus queria saber se ele o amava com a mente (inteligência) e com o coração (emoção). Isto se explica pela força da origem da palavra amor (agapao/phileo), que aparece no verso 15: “Amas-me mais do que estes?” Pedro, sem vacilar responde: “Senhor, tu sabes que te amo”. Pedro é, a princípio, aprovado: “Apascenta os meus cordeiros”.
Quando Jesus pergunta se Pedro o amava mais do que “estes”, ele poderia estar se referindo à profissão e à vida secular deste discípulo, ou ao amor com que os outros discípulos o amavam. Verdade é que Jesus queria saber se o amor que estava no seu coração era superior a todas as demais coisas.  Pedro precisava provar que o seu amor por Jesus era inigualável e superior a tudo. Isto o capacitaria para o grande ministério que Deus tinha a realizar em sua vida mais tarde, 1 Pe 1: 1.
Uma das lições que se tira desta conversa é a compreensão de que o pastorado é, sem sombra de dúvida, uma questão de sincera e constante devoção, isto é, é preciso apego, compaixão e amor ao ministério. É bom lembrar que Jesus estava pondo à prova a capacidade de Pedro em amá-lo em comparação a tudo nesta vida (dinheiro, bens, status, posição, etc.). Jesus tinha de ocupar o lugar máximo em seus projetos e objetivos. Era o Reino de Deus que estava sendo aclamado como prioridade, Mt 6: 33.
Teste 2: Amas-me?
Nesta segunda etapa do diálogo entre Jesus e Pedro, o que se vê é uma reiteração do que se passou no primeiro momento, v. 15, e que, não sabendo Pedro, seria o mesmo assunto da terceira pergunta, v. 17. Segundo os estudiosos, a insistência ou a repetição do “amas-me” se dá pelo fato de que Pedro tenha, enfaticamente, negado a Jesus três vezes, por ocasião do julgamento, Mt 26: 75. À semelhança da primeira resposta, Pedro profere com sinceridade estas palavras: “Tu sabes que te amo”, v. 16.
Interessante que, ainda, continua em discussão o amor desprendido de interesses pessoais ou humanos. Jesus insistia no amor de devoção à sua pessoa e obra. Ele não desistiu de inquirir o coração de Pedro com a mesma pergunta: Amas-me? Nesse momento, pode-se ver que Pedro aparece mais submisso do que em qualquer outro momento. Agora não é mais aquele homem ostensivo e arrogante, como em outras ocasiões, Mt 26: 21-35.
Diante da experiência de Pedro, seria bom que cada um de nós meditasse na relevância do chamado ministerial. Deus não chama ninguém por acaso, nem tampouco para satisfazer o ego de alguém. Por outro lado, precisamos estar conscientes de que o ministério é algo sublime e está acima de qualquer posição ou bem. O homem ou a mulher de Deus não deve barganhar o ministério por nada neste mundo. Muitos já perderam de vista o amor a Jesus e à sua obra, que é o elo de sustentação em meio aos constantes desafios no pastorado. Jesus chamou você, meu irmão, para ser pastor de ovelhas!
 
Teste 3: Amas-me?
O discurso de Jesus parecia ser redundante. Pela terceira vez pergunta a Pedro a mesma coisa: amas-me? Se fosse antes da morte de Jesus, talvez Pedro respondesse assim: Senhor, eu não já falei que te amo? O Senhor já me perguntou isso duas vezes e eu já disse que te amo! Mas, muito pelo contrário, Pedro entristeceu-se por Jesus ter dito pela terceira vez: Tu me amas? Sua convicção bíblico-teológica estava sendo duramente provada ou testada. Com profunda tristeza no coração, expressa pela última vez: “Tu sabes que te amo, Senhor”, v. 17.
É bom lembrarmos que a metodologia de Jesus, desde o início de sua conversa com Pedro, estava marcada por esta indagação: amas-me? O Mestre não se prendeu ao luxo em usar palavras bonitas, eloquentes e poéticas. Durante o tempo em que esteve na terra, pregando o evangelho, sua filosofia ministerial sempre esteve embasada no amor. A insistência de Jesus serviu para testar a fé, o amor, a perseverança e as convicções desse discípulo para que, mais tarde, seu ministério fosse consolidado e profícuo.
Jesus estava ensinando que, se Pedro não o amasse acima de qualquer coisa, jamais estaria apto para pastorear seu rebanho. Talvez este tenha sido um princípio já esquecido por muitos. Não tenho dúvidas de que o que verdadeiramente encoraja e leva um pastor a se desgastar e trabalhar na obra do Senhor não é a recompensa do dinheiro e dos bens materiais, mas o amor por Jesus e ao  seu rebanho, a paixão pelos pecadores perdidos e a certeza de que a obra é de Deus e dele vem a nossa recompensa.
Concluindo, percebemos que o teste a que Pedro foi submetido era composto por três perguntas apenas. Interessante que as perguntas e, consequentemente, as três respostas foram sempre iguais: Amas-me? Tu sabes que te amo! Apascenta as minhas ovelhas.
Com isso, aprendemos que o requisito essencial para o sucesso no ofício pastoral, segundo a teologia de Jesus, será sempre este: primeiro: amar a Jesus; segundo: amar a Jesus; terceiro: amar a Jesus. Exatamente por isso que Pedro foi bem-sucedido em seu ministério e reconhecido mundialmente como o verdadeiro APÓSTOLO do Senhor.  

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Vamos nesta oportunidade meditar na Palavra de Deus que se encontra em Êxodo 17:8-15
No deserto é difícil a caminhada, mas com Deus na frente os milagres acontecem e tudo se torna mais fácil.

Algumas vezes Deus permite que certas circunstâncias surjam na nossa vida, só para ver se somos assim tão honestos e sinceros quando falamos no Seu nome.

Por isso, Ele permite que na nossa vida aconteçam dificuldades, adversidades, opressões, doenças, e problemas familiares. Por que Deus permite o deserto na nossa vida?. A própria Palavra de Deus nos afirma que, muitas vezes, o próprio Deus nos manda para o deserto.

E, para que não tenhamos dúvidas sobre isso, lembremos que nem mesmo o Filho de Deus, ficou isento da provação. O Espírito Santo o conduziu ao deserto para ser tentado pelo diabo (Mateus 4.1).

O povo de Israel viveu no Egito durante 430 anos, a maior parte deste período, foram como escravos.
Viveram numa liberdade reprimida e controlada pelos egípcios que possuíam crenças e hábitos estranhos aos valores espirituais de Israel.

Isso resultou na assimilação de alguns hábitos e comportamentos, e no surgimento de sentimentos mesquinhos, medíocres e negativistas, os quais se tornaram mais evidentes no deserto.

Esses sentimentos faziam com que o povo de Israel reclamasse de tudo e perdesse boas oportunidades de valorizar as experiências com Deus no deserto. Dessa forma, o povo acabou tornando-se mais hostis e amargos.

O ambiente do deserto permitiu a Israel perceber não só as suas limitações e desafios, como também a grandeza de Deus evidenciada por grandes obras e preciosas lições.

Essas experiências foram necessárias para mudar essa Nação à maneira de Deus, pois como povo Seu, ela deveria cumprir os seus propósitos aqui na terra como havia sido dito a Abraão: “em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gênesis 12.3).

A história de Israel é bem conhecida: o povo judeu era escravo do Faraó no Egito. Moisés o libertou da servidão para receber a Torá no Monte Sinai e, após quarenta anos no deserto, entrou na Terra Prometida.

No deserto, era uma vida repleta de milagres e maravilhas. Você mesmo já parou para pensar como o povo sobreviveu no meio do nada? Pois saiba que aconteceu um verdadeiro "show" de milagres.

As roupas que as crianças vestiam cresciam junto com elas. Lavanderia? Nem pensar! Ao passar entre nuvens, a sujeira sumia! Estavam brancas com aquele "branco total", de dar inveja até às melhores multinacionais fabricantes de sabões em pó deste século.

A comida, chamada maná, caia do céu e tinha o sabor do alimento que a pessoa desejasse. Na sexta-feira, véspera de Shabat, caia em dose dupla. Imagine se fosse com a gente... Uma fonte de água jorrava constantemente de uma rocha. Uma nuvem em torno do acampamento do povo de Israel agia como escudo e durante a movimentação do pessoal no deserto.

Nada de sustos, tínhamos seguro contra tudo. Aliás, estávamos com tudo. Quem poderia querer mais? Mas o que significa o Êxodo nos tempos atuais? O que nos ensina a festa de nossa liberdade e como sentir a futura Redenção de toda a humanidade na Era Messiânica?

Humildade é o princípio da libertação e o pilar de todo crescimento espiritual. Somente alguém que reconhece suas próprias falhas e se submete a uma sabedoria mais elevada pode se libertar das próprias limitações.

A Divisão do Mar


No sétimo dia da Páscoa comemoramos o milagre da Divisão do Mar Vermelho, que finalizou o Êxodo do Egito. Com as carruagens egípcias em seu encalço, os judeus pularam no mar; Deus "transformou o mar em terra seca", criando paredes de água em ambos os lados e permitindo que Seu povo atravessasse. Em seguida, as águas retornaram a seu estado normal, afogando os egípcios.

A Divisão do Mar simboliza mais uma jornada espiritual rumo à liberdade verdadeira. Assim como as águas do mar cobrem e esconde tudo o que se encontra nelas, do mesmo modo o mundo material oculta a força vital Divina que mantém sua existência. A transformação do mar em terra seca representa a revelação da verdade oculta de que o mundo não é separado de Deus; de fato, é unido a Ele.

Freqüentemente, após "sair do Egito" passamos por um despertar brusco. Podemos ter trabalhado o Egito em nosso interior, mas a vida em termos de valores materiais, ainda continua aqui. Devemos buscar então maior empenho para estarmos cientes da presença e influência de Deus em nossas vidas, pois hoje em dia é realmente um milagre sobreviver a cada dia, e não nos damos conta disto. Devemos aguardar mais um pouco, até que "o mar se divida" e a liberdade seja completa.
Eu lhes mostrarei maravilhas

Nossos sábios perguntam: "Por que ‘nos dias de tua saída‘, se o Êxodo ocorreu num só dia?"
A resposta é que a verdadeira liberdade é um processo contínuo. Os primeiros passos fora do "Egito" são apenas o início. E assim diz o Talmude: "A cada geração e em cada dia, cada um é obrigado a se ver como que se ele próprio estivesse saindo do Egito naquele mesmo dia."

I- Milagre contra os inimigos

1- Destruiu Faraó no mar vermelho Ex 14:27-31
2- Derrotou Amaleque Ex 17:8-11,15
3- Derrotou os reis de Moabe e Basã Nm 21:21-24,28
4- Derrubou as muralhas de Jericó Js 6:1-4,15,20

II- Milagre contra os rebeldes

1- Miriã ficou leprosa Nm 12:2-5,10,13-15
2- Coré é destruído Nm 16:1-3,28-32
3- Matou os murmuradores Nm 16:41,42,47-49
4- Fez a jumenta falar com Balaão Nm.22:21-34

III- Milagre a favor do povo de Deus

1 - Abriu o mar vermelho Êxodo 14:15,16,19,21,22
2 - Tornou as águas doce Êxodo 15:23-26
3 - Os calçados não envelheceram Neemias 9:21; Deuteronômio 2:7; 8:4; 29:5
4 - A passagem pelo Jordão Josué 3:1,5,15-17

Amados, quando estiver passando pelo seu deserto, lembre-se que caminhando ao seu lado, tem um Deus Forte para lhe guiar até o final do caminho. Deus sabe que você vai chegar até o final da sua jornada, pois o fraco não consegue ir longe, na sua missão. Deus sabe que a impaciência e a incompreensão, estarão fazendo parte do seu caminho. Precisamos entender que o deserto não é só uma fase na nossa vida, mas um princípio espiritual.

Deus quer que reconheçamos que o deserto faz parte da Sua disciplina, mas também é um momento sublime de sabermos como os nossos corações estavam cheios de motivações erradas. Quando olhamos para as nossas igrejas, podemos ver que muitos estão entrando e outros estão saindo do deserto. Sempre que Deus precisar transformar o nosso caráter, é possível que muitos vão ser lançados no deserto. O tempo da nossa permanência ali dependerá exclusivamente de não murmurarmos, obedecermos e aceitarmos fazer a vontade do Senhor.

O Deus que servimos é este mesmo que cuidou de Israel no deserto, realizando estes grandes milagres, creia nele e viva também uma vida de milagres.

Que o Senhor abençoe a todos grandemente. Amém
Assunto: DE “MULHER DA VIDA” a “MULHER DE VIDA”
Referência: Josué 2. 8-24




INTRODUÇÃO: A Bíblia nos conta a história de uma mulher chamada Raabe. Sua história é um retrato de muitas histórias de nosso Brasil e do nosso mundo. As poucas linhas narradas desta Mulher deixaram marcas de sua vida para toda a humanidade. Hoje veremos um pouco mais destas marcas. Não há como olhar para sua vida e não se admirar a Ação Soberana, exclusiva, admirável e graciosa de Deus.
Morava ela em Jericó, uma cidade a beira da destruição; Josué um líder guerreiro, que lutava por Deus e por seu povo. Seria o primeiro teste de Josué diante da sua nação, foi por isso que ele usou de uma estratégia militar em reconhecer o terreno mandando 2 espiões. Ele queria saber como o povo daquela cidade se encontrava.
Os espiões voltam e lhes contam tudo como aconteceu e de como estavam às pessoas em Jericó. E por certo que eles falaram (veja verso 9 e 10 e 11). Josué obteve a confirmação: aquela cidade seria entregue em suas mãos. Mas, algo novo havia acontecido, Deus lhes permitira ser protegidos por uma prostituta, e a ela fora feita uma promessa. Nada aconteceria a sua casa e a todos os que com ela estivessem, porque ela usou de misericórdia com eles. (vv12) Sua coragem os livrou da morte, sua ousadia a fez uma vencedora.
PROPOSIÇÃO: Raabe é o retrato de muitas mulheres sem nome, mulheres que lutam. Vejamos algumas das atitudes de Raabe que precisam fazer parte da nossa vida.


DESENVOLVIMENTO:

1. RAABE OUVIU. Vv. 10


a)- Raabe continuava a trabalhar dia após dia, e por certo era mui penoso o seu trabalho. Por certo esta mulher tinha Sonhos. Esperava um dia poder se casar ter seus filhos, cuidar da sua casa. Amar os seus familiares.
b)- Seu modo de vida não era digno! Mas era o que ela fazia para viver. As pessoas que passavam por ela contavam histórias, falavam de lutas, guerras, vitoriosos e derrotados. E por certo alguém um dia disse a Ela do Deus de Israel.
c)- Um Deus que amava ao seu povo, lutava pelo seu povo, cuidava do seu povo, dava ao povo o que ele precisava. Um Deus que se importava com as pessoas. Por certo Raabe pensou, “como seria bom pertencer a um Deus Assim”.
d)- Então ela ouviu muitas histórias,mas, as histórias que retravam ao Deus de Israel ficaram guardadas no coração. Ela OUVIU.
e)- Nós precisamos OUVIR MAIS, Nós precisamos assim como Raabe saber das coisas que estão acontecendo ao nosso lado. Das pessoas que estão em dificuldades ao nosso lado. Nós perdemos muito tempo fechados dentro de casa. Nós esquecemos de sair e ver e ouvir os gemidos daqueles que sofrem. Existe muita Raabe sofrendo e precisando de ajuda.
b)- NOSSA PRIMEIRA ATITUDE É OUVIR MAIS A DEUS. Nós ouvimos o rádio, os amigos, as fofocas e não damos atenção ao DEUS DE ISRAEL. Aprenda como Raabe: OUVIR é condição para ser uma mulher de vida.


2. RAABE CONFESSOU E CREU Vv. 11 e 9



a)- Raabe uma mulher estranha aos Israelitas fez uma CONFISSÃO DE FÉ que muitos aqui nunca fizeram. Disse ela: “O DEUS DE ISRAEL É DEUS NO CÉU E AQUI NA TERRA.” Isto é confissão de SOBERANIA DE DEUS, ela diz com isso que tudo pertence a Deus inclusive ela.
b)- Nós que estamos aqui nesta noite, será que já fizemos esta confissão, será que já dissemos a Deus que tudo que temos e somos pertence a Ele?
c)- Foi uma confissão honrada, que destacou toda sua impotência como ser humano, como mulher. Ela derramou seu coração diante daqueles homens de Deus, é como se ela “GRITASSE POR SOCORRO”, eu preciso deste Deus, eu reconheço este Deus de vocês. Me ajudem, Me ajudem!
d)- Tem tanta gente prepotente, que não reconheceu ser Deus o mais importante em sua vida ainda. Que vive a vida pensando somente em si mesmo. Faça como Raabe: Nossa segunda atitude: “CONFESSE A DEUS, CREIA NESSE DEUS”. (Vv. 9) Só Ele poderá lhe transformar em uma pessoa de Vida.





3. RAABE,OROU (vv12), RECEBEU(vv14), TRABALHOU (vv15);


a)- Raabe sabe o que devia fazer e faz. Seu coração já estava tomado pelo Deus de Israel. Quando Ela ajuda aos espiões ela sabia dos riscos de morte. Mas ela prefere fazer. Nesta empreitada ela antes de fazer pede um sinal aos espiões.
b)- Ela na atitude de pedir (ou orar) Ela pede que eles falem em nome deste Deus. Que atitude sensata, eu creio neste Deus e por isso estou fazendo isto, e vocês? Farão isto por minha família?
c)- Eu lhes dou a minha vida pela vossa, vocês estão dispostos a dar a vossa, pela da minha família? A Resposta foi SIM. Então ela prontamente os libertou pelas janelas de sua casa e eles fugiram da morte que lhes esperava em Jericó.
d)- Três coisas importantes na vida de Raabe: OROU – RECEBEU – TRABALHOU.
É assim que deve ser em nossa vida, quem ORA recebe a sua resposta ou confirmação do seu pedido. Quem ORA e Recebe TRABALHA para Deus. Quando Raabe liberta os espiões ela estava fazendo para Deus aquele livramento.

4. RAABE OBEDECEU (vv 21), e TRIUNFOU (6.25)


a)- Na Bíblia está escrito”tudo o que vier para fazeres faça agora… (Ec 9.10)” Raabe obedeceu prontamente, não teve dúvidas. Ela a partir daquele momento não era mais a Raabe prostituta, mas, a serva do Deus de Israel. Sua vida mudou, sua vida foi mudada por Deus.
b)- Raabe é colocada no Rol da Fé, junto com Abraão e tantos outros. Foi sua fé no Deus de Israel que ela depositou toda a sua energia, um Deus que é vivo e que deseja salvar todo coração sofrido e sem esperança e sem ânimo.
c)- A graça de Deus recebeu Raabe, e a mesma graça de Deus deseja receber você que está sofrendo. Basta que nesta noite você OUÇA a voz de Deus, CONFESSE E CREIA NELE  e a sua vida será mudada. Hoje Deus lhe fará uma pessoa cheia de vida. Assim como foi com Raabe: Mulher da Vida para Mulher de Vida.
d)- A certeza disto esta no cap. 6 verso 25. Raabe foi SALVA PELO DEUS DE ISRAEL.
CONCLUSÃO:

1)- OUVIR MAIS;
2)- CONFESSAR e CRER;
3)- ORAR, RECEBER, TRABALHAR;
4)- OBEDECEU e TRINFOU.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016


A TIGELA DE MADEIRA........ Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes. A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa. O filho e a nora irritaram-se com a bagunça. - Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai - disse o filho. - Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão. Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação. Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira. Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair ao chão. O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio. Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira. Ele perguntou delicadamente à criança: - O que você está fazendo? O menino respondeu docemente: - Oh, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu crescer. O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho. Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos. Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos. Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família. Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava......
PACIÊNCIA
Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados... Muita gente iria
gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.
Por muito pouco a madame que parece uma "lady" solta palavrões e berros que
lembram as antigas "trabalhadoras do cais"... E o bem comportado executivo?
O "cavalheiro" se transforma numa "besta selvagem" no trânsito que ele mesmo
ajuda a tumultuar...
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o
jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido
uma "mala sem alça". Aquela velha amiga uma "alça sem mala", o emprego uma
tortura, a escola uma chatice.
O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.
Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava
demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a
cabeça, inconformado...
Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem
sequer ler o título, dizendo que era longo demais.
Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem
tempo para Deus.
A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética
dos calmantes está cada vez mais em alta.
Pergunte para alguém, que você saiba que é "ansioso demais" onde ele quer
chegar? Qual é a finalidade de sua vida?
Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você? Aonde você quer chegar? Está correndo tanto para quê?
Por quem? Seu coração vai agüentar?
Se
você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar? A
empresa que você trabalha vai acabar? As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?
Respire... Acalme-se...
O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia
vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência.
isso é amor
Amor
Amor é o sol que não cobra por seus raios. É o ar que preenche todos os recipientes por dentro e por fora. É o oceano que aceita todos os tipos de rios sem questionar suas origens. É a árvore que não se vangloria ao dar sombra e abrigo e curva-se para oferecer seus frutos. É a água do mar que dissolve as rochas da arrogância inflexível. É a água doce do rio que mata a sede de todos que vêm na sua praia. É o chamado do sábio que ama o que sabe e sabe o que ama.(Brahma Kumaris)
Náufrago
Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem temente a Deus, e sabia que o Senhor o protegia.
Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar, um dos motores falhou e o piloto teve de fazer um pouso forçado no oceano. Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada.
Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu ao Senhor por este livramento maravilhoso da morte. Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço construiu uma casinha para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu ao Senhor, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.
Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim, com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual não foi sua decepção,ao ver sua casa toda incendiada.
Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos:
-Senhor! Como é que foi deixar acontecer isto comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa e o Senhor deixou queimar todinha. O Senhor não tem compaixão de mim? Eu sempre faço minhas orações diárias.
E assim permaneceu o homem durante algumas horas, envolvido em sua revolta e dor.
Passado algum tempo, uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:
-Que bom encontrá-lo... você está bem?
Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro acompanhado de uma equipe: -Vamos rapaz, nós viemos te buscar...
-Mas como é possível? Como souberam que eu estava aqui?
-Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro.
O capitão ordenou que o navio parasse e nos mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante. O grupo entrou no barco e o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus familiares tão queridos.
A propósito, como anda a sua fé?